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12.12.2018 - 15H14
Nem todos os que dizem : " Senhor,! Senhor!" - entrarão no Reino dos Céus - Enviado por Francisco Augusto - Murici

 Nem todos os que dizem : " Senhor,! Senhor!" - entrarão no Reino dos Céus - Enviado por Francisco Augusto - Murici

“Nem todos os que me dizem: “Senhor! Senhor!” — entrarão no Reino dos Céus; apenas entrará aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, nesse dia, me dirão: “Senhor! Senhor! não profetizamos em teu nome? Não expulsamos em teu nome o demônio? Não fizemos muitos milagres em teu nome?” — Eu então lhes direi em altas vozes: “Afastai-vos de mim, vós que fazeis obras de iniquidade.” (Mateus, 7:21 a 23.)”

“Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica, será comparado a um homem prudente que construiu sobre a rocha a sua casa. Quando caiu a chuva, os rios transbordaram, sopraram os ventos sobre a casa; ela não ruiu, por estar edificada na rocha. Mas aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica, se assemelha a um homem insensato que construiu sua casa na areia. Quando a chuva caiu, os rios transbordaram, os ventos sopraram e a vieram açoitar, ela foi derribada; grande foi a sua ruína. (Mateus, 7:24 a 27; Lucas, 6:46 a 49.)”

“Aquele que violar um destes menores mandamentos e que ensinar os homens a violá-los, será considerado como último no Reino dos Céus; mas será grande no Reino dos Céus aquele que os cumprir e ensinar. (Mateus, 5:19.)”

Todos os que reconhecem a missão de Jesus dizem: “Senhor! Senhor!”

De que serve, porém, lhe chamarem Mestre ou Senhor, se não lhe seguem os preceitos?

Serão cristãos os que o honram com exteriores atos de devoção e, ao mesmo tempo, sacrificam ao orgulho, ao egoísmo, à cupidez e a todas as suas paixões?

Serão seus discípulos os que passam os dias em oração e não se mostram nem melhores, nem mais caridosos, nem mais indulgentes para com seus semelhantes?

Não, porquanto, do mesmo modo que os fariseus, eles têm a prece nos lábios, e não no coração.

Pela forma poderão impor-se aos homens; não, porém, a Deus.

Em vão dirão eles a Jesus: “Senhor! não profetizamos, isto é, não ensinamos em teu nome; não expulsamos em teu nome os demônios; não comemos e bebemos contigo?”

Ele lhes responderá: “Não sei quem sois; afastai-vos de mim, vós que cometeis iniquidades, vós que desmentis com os atos o que dizeis com os lábios, que caluniais o vosso próximo, que espoliais as viúvas e cometeis adultério.

Afastai-vos de mim, vós, cujo coração destila ódio e fel, que derramais o sangue dos vossos irmãos em meu nome, que fazeis corram lágrimas, em vez de secá-las.

Para vós, haverá prantos e ranger de dentes, porquanto o Reino de Deus é para os que são brandos, humildes e caridosos.

Não espereis dobrar a Justiça do Senhor pela multiplicidade das vossas palavras e das vossas genuflexões.

O caminho único que vos está aberto, para achardes graça perante Ele, é o da prática sincera da lei de amor e de caridade.”

São eternas as palavras de Jesus, porque são a verdade.

Constituem não só a salvaguarda da vida celeste, mas também o penhor da paz, da tranquilidade e da estabilidade nas coisas da vida terrestre.

Eis por que todas as instituições humanas, políticas, sociais e religiosas, que se apoiarem nessas palavras, serão estáveis como a casa construída sobre a rocha.

Os homens as conservarão, porque se sentirão felizes nelas.

As que, porém, forem uma violação daquelas palavras, serão como a casa edificada na areia: o vento das renovações e o rio do progresso as arrastarão.

O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. XVIII

(Muitos os chamados, poucos os escolhidos)